E DEPOIS DAS ÁGUAS...
A CARROCINHA DE PÃO DO LUIZ PADEIRO
Agradeço Luizinho pelo retrato, deve ser o único que existe, essa entrega é na Cidade Nova, pra lá do hospital, a ''Venda'' foi do turco Zacarias irmão do Jorge e depois de D.Edna, a sogra do Nenem que hoje tem um prédio com bar.
Essa carroça do padeiro alto e magro, muito popular passando e buzinando era a alegria da meninada que sonhavam com o Forrobodó.
LEMBRANÇAS PARA ILUSTRAR
Wenceslau: ''Na minha lembrança o Sr. Luiz tinha um cesto e não uma carroça e a gente debruçado na janela da minha vó na rua Boaventura do Amaral, aquela que ia da igreja para o cemitério, aí passava o cesto quase na altura de nossos narizes e o aroma dos pães inundava nossas narinas, ali a poucos centímetros.''
Hildeu da Vitória: ''A padaria do Sô Luiz tinha duas portas, um balcão de madeira e o visor de vidro.Que vontade de comer tudo! Tinha Pão São José, Pão de Sal e o famoso Forrobodó.
Na charrete tinha escrito ''Pão Quente'' e ele rodava a cidade fazendo entrega nas casas.Hora que tocava a buzina para alertar o cliente de sua chegada,saía menino de toda banda.A padaria do Sô Luiz vendia muito.O trabalho era manual.
E A PADARIA CONCORRENTE?
Pertencia ao Iraci da Zuíta, pai do Wander que hoje é médico, assim disse o Hildeu da Vitória Barbosa. Disse também que ficava onde hoje é o armazém do Zé do Juquinha, era no fundo, na frente era um bar movimentado e que essa padaria já tinha Cilindro a Motor enquanto a do Luiz padeiro era manual.
Um SALVE para o Sô Luiz Padeiro! Um salve para os padeiros de Guapé!




