AS LÁGRIMAS DA BÊCA
''É difícil suportar, A dor da despedida, Principalmente quando a partida, É para nunca mais voltar.''
Retrato de um momento já esperado pela idade e pela doença, mas, bem triste em Guapé,foi a morte do Padre João Oenning, e muito para ela,principalmente para ela, Terezinha, a famosa Bêca, irmã do Juca da Maruca. Ê, Bêca! Marcou época, essa mulher alta, de personalidade forte,postura elegante,foi muito respeitada, muito querida, conhecida por todos os guapeenses da cidade e zona rural.
A Bêca tinha total envolvimento com a igreja e muita convivência com o Padre João Oenning. Eram amigos de verdade e além de todo seu envolvimento na casa paroquial, no dia a dia da igreja, ela comandava o ''Coral Santa Cecília''.Era exigente ao extremo, exigia perfeição.
Um passarinho me contou que existia uma certa rivalidade entre os dois corais da igreja matriz.Isso era muito bom porque quem ouvia é que saía ganhando.A Bêca descobria talentos, ensaiava crianças descobria as vozes bonitas, mas, ai de quem errasse o tom!
Ela morava aqui na Pracinha Antônio Batista, onde hoje onde mora sua sobrinha Rosângela que era sua companhia sempre que precisava e desde menina.
A imagem da Bêca no velório,na despedida de seu grande amigo Pe.João foi de muito sofrimento e o momento foi retratado por Dr.Walquires Tibúrcio, ele me enviou a foto e como sempre foi feliz no registro porque é um momento histórico, ele tem sensibilidade para entender motivos de seus cliques.
Ao fundo parece o Pe.Zé Vicente e o Dorvalino.
BÊCA! SEMPRE LEMBRADA!




