VALE A PENA VER DE NOVO OS....
OS MENINOS DO BRAZ...
SÓ do Braz? Dele e de D. Marcília também, agora, na tela do ''Bão de Prosa''.
ZÉ do Braz, Paulinho do Braz, Toin do Braz, Wilson do Braz.. Nilvinha do Bráz
Como não consegui uma foto recente do Zé, coloquei uma antiga, só sei que é um prazer espalhar essas carinhas pelo mundo. O bão é que sendo eles lembrados, seus pais serão também.
Em Guapé, cidade pequena, as pessoas se esbarram sempre, geralmente é assim, um ôi, uma prosa cruzando nas calçadas, portas de Banco, Correio, velórios, festas ou igreja, mas, existem encontros raros, ou muito raros e o motivo é o comodismo, pessoas que só vão a igreja ou a banco.
A Nilvinha do Braz é uma que sumiu de mim, ainda bem jovem caiu de paixão pelo seu Eurico, juntou os panos, ponhou argolinha no dedo da mão esquerda, morou uns tempos em Ribeirão Preto, depois voltou, depois seu love ponhou um bar, depois nasceu sua filha, depois de nos perdemos de vista.
E o tempo passou...E o tempo passou...E o tempo passou...
E o amor dela com o Eurico só aumentou, e tanto aumentou que o casal virou um grude, e um grude tão grudado que mal saíam, só love no ninho de amor. _Euriquinho meu, ocê é um anjo. _Nilvinha minha, ocê é uma anja.
E FOI FONO... FOI FONO...
De repente, um dia D dia nos encontramos, por acaso, no consultório D dentes do Dr.Nilson Vinhas, e olha que já fazia mais de vinte anos que isso não acontecia. Nossa! Foi abraço daqui, abraço dali, bicota pra cá, bicota pra lá, só sei que foi divertido. E a prosa rolou solta. Falamos nos pais dela, nos irmãos, do tempo que morávamos na Cidade Nova, esses trem que a gente lembra.
PROSEANDO:
_Nilvinha! Que bom te ver! Oncocê mora? _Oncômoro? Nessa banda de cá, eu com meu Eurico e meu filho caçula. _E sua filha Daniela? _Mora lá no Corgo Fundo. Sou vovó. Que saudade eu tenho da nossa turminha da Cidade Nova... _Então, Nilva, também tenho saudade, ocê casou e mudou e nem lembrança deixou, ainda juntou os panos muito nova.
AÍ ELA FALOU:
_E se eu tivesse escutado a Vilma do Zé Varisto, mais a irmã dela, mais a Tereza do Vicentinho, mais a Regina, eu tinha largado de mão do namoro. _Ara! Por que, Nilvinha? _É que o meu Eurico morava em Ribeirão e uma vez que veio aqui andou de treta com outra, mas só uma vez, foi só uma, mas aí elas não deixavam eu perdoar ele de jeito nenhum, tem base? E eu queria perdoar, uai, o coração era meu, né, memo? _Certinha, uai! O coração todo seu. E o que cocê fez? _Uai,eu bati o pé, mas, bati memo, teimei, temei... Tadinho! Toda vez que o Eurico vinha ele me pedia perdão, eu gostava dele e ele de mim, tinha nada de errado, né? Mas as desgramenta ficava azucrinando. _E aí, que cocê fez com essas encrencas de amigas? _Uai! Casquei fora...Deixei elas de banda...
O AMOR É LINDO E A PROSA CONTINUOU...
_Encontrou escondido? _Não! Larguei mão delas e truvei a namorar meu Euriquinho. _Que coisa boa, Nilvinha! E deu certo, né? _Demais da conta! Foi um anjo que eu arrumei na minha vida. Faz tudo pra mim, até comida, não tem marido mió. E eu tenho problema de saúde, mas ele, o tanto cocê pensar que é bão, é mais ainda. _Você fez muito bem de não ter escutado essas nossas amigas, ia perder um maridão. E culpa delas.
E EU SÓ SEI que meu encontro com a Nilvinha DEZ, foi ótimo, foi pra lá de ótimo, foi otimíssimo, fiquei feliz, a Cristiane esposa do Nilson dentista bateu nossas fotos e para postar nosso alegre encontro, eu consegui as fotos de seus irmãos.
NÓIS aí na tela! A moça alegre da foto é Nilda, vizinha da Nilvinha, uma pessoa de bom coração que sai sempre com a Nilva se preciso e é muito amada por ela.
UM SALVE para a família do Braz e Marcília! O Zé que tá casadinho com a Gelza do Salau... O Paulinho que é ex genro do Saíd e tá soRteiro! O Toin que tá soRteiro e não quis saber de encosto! O Wilson casadinho com sua alegre Cidinha de Ilicínea e vive até torto de amor! Os filhos e neto de Nilvinha e Eurico!
SALVE ESPECIAL PARA EURICO, ESSE ANJO DE MARIDO!
MAIS UMA COISINHA!
A Nilvinha contou que a turminha dela era levada e que quando mais novinhas, uma turminha de dez, entrava na Venda da Cidade Nova, distraía o Veinho e roubava bala. Tinha dia que era Suspiro, outro dia Maria Mole, outro dia doce de banana no pauzinho.
FALEI:
_Ê, Nilvinha! Então era uma quadrilhinha. Ocê ajudava? _Juro por Deus que não! Elas entravam, eu esperava de fora, nunca cheguei em casa com uma bala. Eu chupava antes e comia pedacinho dos trem. Hahaha! _Ê,Nilvinha! Cê pecava do mesmo jeito. Rá rá rá...
SÓ SEI que foi um prazer rever e prosear com a Nilvinha da Marcília do Braz, e saber que seu marido Eurico é esse doce de companheiro foi mió ainda.
RECADO para o dentista:
Ô, Dr. Dentista Nilsoooon! Cuida bem da Nilvinha porque ela é feliz e vai rir o resto da vida. Um comentário: D.Marcília foi lembrada recentemente pelo Zé Bento filho de D.Alzira que disse ter muita gratidão por ela pelas muitas vezes que matou a fome dele. Que bela lembrança! São tantos seres humanos especiais e de coração gigante que vale a pena registrar e certamente os filhos ficarão felizes por essa bonita saudade.
Braz e Marcília eram muito conhecidos em Guapé, ela era de muita fé, vivia com um terço na mão, sempre lembrados nas rodas de prosa. Os filhos são muito populares também, enfim, foi um prazer postar essa família.
Zé Fini!
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COMPLETANDO A POSTAGEM HOJE / JULHO / EM 2024
A postagem não é de agora, e nesse meio tempo a vida deu suas rasteiras costumeiras,
O Paulinho do Braz, irmão da Nilvinha do Braz, foi pro céu.
O Eurico, o Euriquinho da Nilvinha, o anjo de marido, bateu asas. Que tristeza para ela perder seu anjo amado!
Não mais estive com ela, certamente cheia de lembranças boas e sentindo a partida de seu grande amor.
Que pena! Paulinho e Eurico eram guapeenses queridos.
Um salve para a família do Braz.









