15 de fevereiro de 2017

SENTEI NAQUELE BANCO DA PRACINHA SÓ PORQUE

Era Noite Especial.Era Domingo De Missa E o costume de sempre.Aí a gente veste nossa roupa de de festa, coloca nosso melhor sapato, chega na rua para sentir o clima, percebe um ventinho leve e frio q

SENTEI NAQUELE BANCO DA PRACINHA SÓ PORQUE

SENTEI NAQUELE BANCO DA PRACINHA SÓ PORQUE...

Era Noite Especial.Era Domingo De Missa

E o costume de sempre.Aí a gente veste nossa roupa de de festa, coloca nosso melhor sapato, chega na rua para sentir o clima, percebe um ventinho leve e frio que pode resfriar, pega uma blusa de manga, passa na casa da cumade que chama a outra cumade e vai mais cedo, bem mais cedo para poder prosear com caRma.

ASSIM É CIDADEZINHA DO INTERIOR,A VIDA GIRA A PARTIR DE UM PONTO, A PRACINHA DA DA MATRIZ.

Cenas como essa são comuns.Nada mais guapeense que esse retrato.A simplicidade ronda nossas vidas e é o que nos encanta. Tudo possui história.Cada criança brincando, cada casal passando, cada banco dividido,são causos contados, e a vida vai indo, vai indo devagar.

Nossa homenagem a essas senhorinhas, Batista, Maria e Joana da Zeca.Essa cena nunca mais será vista, ninguém mais contará causos nos banquinhos em volta da igreja porque foram tirados e substituídos por uma cerca de ferro.

Que sejam guardados os retratos!

E viva Renato Faria que tão bem sabe retratar nossa gente, nosso jeito.

.................... ISSO TAMBÉM vai para meu site Bão de Prosa, juntar-se a outros registros que guardo já há dois anos.

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— Soninha
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MARIA,O ''BÃO DE PROSA'' ENCONTROU SUAS FOTOS

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