30 de agosto de 2013

QUE SURPRESA BOA

José Hilton, por acaso comentou numa postagem que também era de Guapé-Araúna e que seus padrinhos eram Itamar e Sabina, aí fiquei feliz e entrei na prosa e descobri que é poeta e taí para os guapeense

QUE SURPRESA BOA

QUE SURPRESA BOA !!! José Hilton, por acaso comentou numa postagem que também era de Guapé-Araúna e que seus padrinhos eram Itamar e Sabina, aí fiquei feliz e entrei na prosa e descobri que é poeta e taí para os guapeenses com todo carinho da filha de seus padrinhos. -------------------------- ELE É DO GUAPÉ, TEM BASE ?! Participou das antologias: “Associação Internacional Poetas del Mundo”, organizado pela poetisa Deslanieve Daspet; “Um canto de Amor”-Mil poemas a Pablo Neruda, organizado pelo poeta chileno Alfred Asis; “Antologia poética –Chile – Tomo I”, organizado pelo Poeta e fundador do Poetas del mundo, Luis Arias Manzo É membro da Associação Poetas Del mundo José Hilton Rosa, é Brasileiro, nasceu em agosto de 1956, em Guapé,MG -------------------------- Está no meu 1º livro, Laços de sangue. Foi feita quando, adolescente morava em Guapé, na casa de minha avó na porte antiga do Guapé, em frente o grupo de lata. Voltando para casa na madrugada, sem ninguém na rua, o vento assoviava e barulho de coisas se movendo, sentí medo. Escreví em forma de poesia uma história de assombração. Abraço! J.Hilton MEDO DE ASSOMBRAÇÃO No pensamento sempre vejo assombração no caminho deserto. Andar alerto, sempre com medo, o vento sopra, a folha do jornal, o susto é grande. Com o pensar aliviado continuo caminhando, aproximando a esquina escura, sempre falada, o medo aumenta. Piso firme, evito olhar, o assovio do vento na lâmpada do poste, avisa que o lugar é de perigo, algo ali já aconteceu. O medo é tanto que não sei onde entrar. A direita, a esquerda ou em frente? no final da rua vejo um vulto, suspiro aliviado, ou será ela? o medo aumenta. Penso em nossa senhora, penso rezar um pai nosso, será que rezo? não lembro a oração dos desprotegidos. Viro para esquerda, o caminho certo. Lembro do vulto deixado na outra rua. Aumento os passos, o caminho ainda é longo. Está chegando a outra esquina. De novo o medo me faz pávido. Acho que a direita chega lá, as lâmpadas apagadas deixam a rua escura. Dá vontade de gritar, sei que não é a solução. As pessoas das casas fechadas, assustam pensando ser ela. Ouço vozes, não sei de onde e não entendo nada. O medo aumenta. Com os passos trêmulos sigo em frente. Agora lembro da ave Maria, mas o que adianta, só quando tenho medo, a reza deve ser constante, não só quando estamos em apuros. O portão está fechado, a chave não está no bolso, alguém está acordado, terei coragem de chegar até ele? O medo é grande. Na calçada um bêbado me chama, o susto me ensurdece. Não escuto seu clamor, só quero chegar. O vento sopra frio, o suor não é de calor, o portão foi deixado aberto. O escuro do corredor me faz medo. Pego na maçaneta a luz acende, o alivio me refaz. Foi deus que me salvou!

PessoasMariaRosaItamarRosa
LugaresGuapéPassos
TemasFamília e Casamento
— Soninha
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