20 de setembro de 2014

NÓS É NÓIS

PILOTO GUAPEENSE? SIM. SÓ PODIA SER. O FERA É DE GUAPÉ. Waine Castro,59 anos, foi fera e conseguiu pousar sua aeronave sem danos, sem feridos no único lugar possível no momento de pane no motor,na rod

NÓS É NÓIS

NÓS É NÓIS.

PILOTO GUAPEENSE? SIM. SÓ PODIA SER. O FERA É DE GUAPÉ.

Waine Castro,59 anos, foi fera e conseguiu pousar sua aeronave sem danos, sem feridos no único lugar possível no momento de pane no motor,na rodovia próximo a Arcos. Waine é piloto a 26 anos. Ele saiu de Divinópolis e ia para sua pousada na Serra da Canastra.

“É indescritível, quando vi a velocidade do avião e percebi que o motor estava parando liguei o alerta de emergência e me concentrei. Tentei encontrar alguma pista para pousar, mas não consegui. Ai vi na rodovia minha única chance. Tive calma e consegui pousar na frente de um caminhão que estava na pista. O caminhoneiro ficou apavorado, mas graças a Deus ninguém ficou ferido”, comentou. Waine ainda contou que é a quarta vez que tem que fazer um pouso forçado, porém o desta terça-feira foi o mais difícil. “Tive que ter muita calma, afinal não tinha onde pousar. É péssimo lembrar dos momentos no avião, pois naqueles minutos passou um filme na minha cabeça. Foi terrível, mas não vou deixar de pilotar aeronaves” finalizou. O piloto desceu na rodovia após perceber que a o cano de óleo do motor da aeronave havia estourado causando pane no motor. Ninguém ficou ferido e a aeronave não sofreu danos. O piloto Waine de Castro disse ao G1 que pilota há 26 anos e contou que seguia de Divinópolis para a pousada dele, na Serra da Canastra. “É indescritível, quando vi a velocidade do avião e percebi que o motor estava parando liguei o alerta de emergência e me concentrei. Tentei encontrar alguma pista para pousar, mas não consegui. Ai vi na rodovia minha única chance. Tive calma e consegui pousar na frente de um caminhão que estava na pista. O caminhoneiro ficou apavorado, mas graças a Deus ninguém ficou ferido”, comentou. Waine ainda contou que é a quarta vez que tem que fazer um pouso forçado, porém o desta terça-feira foi o mais difícil. “Tive que ter muita calma, afinal não tinha onde pousar. É péssimo lembrar dos momentos no avião, pois naqueles minutos passou um filme na minha cabeça. Foi terrível, mas não vou deixar de pilotar aeronaves” finalizou.

LugaresGuapé
— Soninha
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