9 de dezembro de 2013

EUGÊNIO PACELLI DE OLIVEIRA

Entre ingenuidades e arrogâncias (em busca de uma explicação para a inexistência de policiamento oficial do lado de dentro do Estádio), nova tragédia se repete no futebol brasileiro. O homem, demasiad

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EUGÊNIO PACELLI DE OLIVEIRA

EUGÊNIO PACELLI DE OLIVEIRA Entre ingenuidades e arrogâncias (em busca de uma explicação para a inexistência de policiamento oficial do lado de dentro do Estádio), nova tragédia se repete no futebol brasileiro. O homem, demasiado homem. Vejo sempre com apreensão o crescimento do "sentimento de bando ou grupo" que assola o torcedor nacional. A imprensa esportiva costuma dizer que as brigas e barbaridades cometidas nos estádios e seu entorno não teriam por autores o tal "torcedor", mas infiltrados interessados unicamente na guerra de gangues. Não sei não. É claro que a singularidade humana está presente também no torcedor (cada um é único em si mesmo), mas não será nova arrogância ou nova ingenuidade retirar o sentimento de torcida (e de identidade) como combustível para tais calamidades? Um ano de silêncio, pois um minuto só é muito pouco.

TemasEsporte
— Soninha

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